Nesta
última quarta-feira (24/4), mais de 20 mil manifestantes, entre eles
trabalhadores do campo e da cidade, estudantes e aposentados, com
participação ativa do PCB e da corrente sindical Unidade Classista,
realizaram expressiva marcha em Brasília para protestar contra a
proposta do governo, empresariado e centrais sindicais oficiais expressa
no chamado "Acordo Coletivo Especial".
Aprovada,
a proposta significará um derrota histórica para a classe trabalhadora
brasileira, pois sepultará de forma definitiva a vigente legislação
trabalhista, favorecendo aos interesses da rapinagem capitalista através
da total flexibilização de direitos.
O
Espaço de Unidade de Ação, que patrocinou o movimento, coordenou a
segunda parte das manifestações setoriais junto ao legislativo federal e
ministérios. Também foi alvo do protesto a nova proposta de reforma da
previdência - que aponta para a privatização e a precarização, além de
atacar de forma frontal o direito de aposentadoria, quebrando o
princípio pétreo de solidariedade entre gerações de trabalhadores.
A marcha ainda exigiu a saída do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) da Comissão de Direitos Humanos.
Os
militantes do PCB e da Unidade Classista presentes à atividade
conclamaram a construção de um sistema de aliança entre os trabalhadores
para o enfrentamento aos ataques do governo Dilma, capacho do capital.
Unificação da luta
O
ato já gerou seu primeiro fruto: ficou acertada a reprodução da unidade
de ação nos estados do país para o próximo Dia Internacional dos
Trabalhadores - o 1º de maio - na próxima quarta-feira. Além disso, um
novo calendário de manifestações em defesa da rede de proteção social,
dos direitos trabalhistas e humanos será debatido na próxima reunião do
Espaço de Unidade de Ação, agendado para 15 de maio, em Brasília.
Secretariado Nacional do PCB
Secretariado Nacional do PCB
Professor Sidney, dirigente dO SEPE Friburgo e da Unidade Classista, presente na marcha de Brasília.








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