PREFEITO ROGÉRIO CABRAL AGORA QUER CORTAR DIREITOS DOS SERVIDORES

PREFEITO ROGÉRIO CABRAL AGORA QUER CORTAR DIREITOS DOS SERVIDORES

Nota política - PCB, PSOL e PSTU - Nova Friburgo, março de 2015

A mesma política de austeridade anunciada pelo governo Dilma foi adotada por Pezão no Estado e Rogério Cabral no município. O corte de verbas atinge em cheio a Educação, a Saúde, programas sociais e os salários dos servidores.

A população de Nova Friburgo continua abandonada à própria sorte pelo governo municipal, cujo prefeito somente se preocupou em lotear os cargos comissionados da administração entre parentes, amigos e cabos eleitorais. E agora anuncia redução no orçamento, prejudicando principalmente os trabalhadores, além de continuar o descaso geral com a manutenção dos bairros, espaços públicos, bueiros, saneamento, encostas, moradias, etc.

O Prefeito governa para os ricos e poderosos. Não fiscaliza os monopólios capitalistas que dominam a água e a energia elétrica, interessados apenas nos altos lucros obtidos com a exploração dos serviços públicos. E mais uma vez permitiu aumento abusivo no preço das passagens, sem fazer a cobrança da contrapartida para renovação da frota e atendimento digno à população, que se aperta nos veículos e pontos de ônibus.

Depois de entrar para a história como o prefeito assassino dos eucaliptos da praça, sem antes aplicar um plano de revitalização, pretende impor mudanças na vida funcional de todos os servidores municipais, prejudicando ainda mais os profissionais da Educação e da Saúde, com retirada de direitos já adquiridos. A pressão destes trabalhadores na Câmara Municipal conquistou, por ora, a suspensão do malfadado projeto de lei, que será reformulado. Mas é preciso ficar atento e forte! Somente a unidade na luta impedirá novos ataques aos nossos direitos. OUSAR LUTAR! OUSAR VENCER!

UNIR OS TRABALHADORES CONTRA O ARROCHO. NÃO VAMOS PAGAR PELA CRISE DO CAPITAL!

O governo Dilma, depois de nomear ministério com representantes dos banqueiros, do agronegócio e do grande empresariado, anuncia pacotaço que modifica direitos históricos da classe trabalhadora, como o seguro-desemprego, abono salarial, auxílio-doença, pensão por morte. Tudo para dar resposta à crise do capitalismo com mais arrocho sobre a classe trabalhadora, favorecendo apenas aqueles que vivem do lucro e da exploração. O “ajuste fiscal” anunciado será responsável por crescimento do desemprego e condições precárias de trabalho, piorando ainda mais a vida da população, que já sofre com o aumento dos alimentos, da conta de luz, dos transportes.

Embalados na insatisfação geral contra os escândalos de corrupção e o modelo político decadente, alguns grupos reacionários vão às ruas pedindo pelo impeachment e pela intervenção militar. A instabilidade política do governo é usada para que mais concessões sejam feitas à burguesia. Nada disso interessa aos trabalhadores, pois a simples troca de presidente não vai melhorar a vida da população, e ditadura militar é sinônimo de tortura, censura, mais repressão aos movimentos sociais e mais corrupção.

O único caminho é a luta organizada em defesa dos direitos, de melhores condições de vida e por uma nova forma de fazer política, em que os trabalhadores tenham vez e voz de verdade. 

A HORA É DE IR À LUTA, NAS RUAS, NO TRABALHO, NOS BAIRROS E NAS ESCOLAS. SÓ A LUTA MUDA A VIDA!

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