O Professor e a Dona Cebola Empedernida

(Título provisório)
Professor Sidney


(1ª PARTE)
Toda a licença peço
Pois agora vou falar
Não temo desavença
Para o que agora vou contar
Serão humildes versos
Mesmo assim atenção eu peço
Isso posso ofertar

Que a verdade esconde
Não é digno de atenção
Por isso vou avisando
Vou falar de eleição
Pois sou candidato
E conto com vocês
Para vereador
21.123

Falo logo de cara
Pois não sou de enrolação
Pois são muito os lobos
Cordeiros da enganação
Pensando que você é bobo
Apostando muito dinheiro
Raposas no galinheiro
São aves de arribação

Como putas do velho Mangue
Vampiros em banco de sangue
Se dizendo lutador
“Cristão” velho, “cristão” novo
Querendo enganar o povo
A serviço do explorador

ELE agora aparece
Na cabeça trazendo
Uma enorme melancia
De amigo se fazendo
Mas nunca, jamais dizendo
Quem é que o financia

De longe se vê o aceno
Da santa do pau oco
Hoje banca rica campanha
Depois o povo apanha
Quando ela pedirem o troco

O ouro das concessionárias
A prata do caixa dois
Vil metal das coopergatos
Nas eleições são fatos
Da festa todo Arroz
Dona cebola empedernida
Hoje feliz da vida
Faz o povo chorar depois

Vejo Promessas mirabolantes
Do passado em nostalgia
Para os morros escadas rolantes
Tobogã pra quem descia
O Povo humilde acreditando
No Reinado da fantasia

(continua...)

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